8 PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DE DESIGN GRÁFICO DE 2019

O que é quente e o que é frio em design gráfico? Uma das coisas que as pessoas mais gostam de falar é sobre as tendências do design gráfico. Neste artigo, recapitulamos as principais tendências de 2018, e damos uma pequena prévia do que vai estar na moda em 2019.

Este é um tópico interessante porque há tendências que mudam lentamente ao longo do tempo. Basta olhar para a longa evolução do design plano até o momento em que nos encontramos agora. Mas em outro sentido, há outros caminhos e escolhas que parecem mudar de um dia para o outro. Daí a pergunta: Será que se deve apressar para usar as últimas tendências de design gráfico em seu trabalho? Claro que não. Mas é útil estar em dia com as novas ideias, encontrar inspiração e ver que tipos de técnicas e estilos estão moldando a indústria da comunicação visual.

1 – CORES BRILHANTES

Hoje se faz uso de cores brilhantes para tudo. De fundos a imagens e elementos da interface do usuário. Paletas com muitas cores brilhantes foram usadas em grandes quantidades tanto nas formas como na tipografia.
As cores vivas têm sido dominantes em projetos de sites, no design de embalagens, em peças de promoções e em elementos de impressão gráfica. E muito material foi produzido com cores como o azul, o lilás, o roxo e o rosa. Os designers também estão usando mais paletas inspiradas no arco-íris que quebram a regra de usar apenas duas ou três cores para o design.

2 – REALIDADE VIRTUAL E MISTA

Esse tipo de design está presente em todos os lugares. De websites a vídeos e anúncios curtos. Os projetos de realidade virtual e mista continuam crescendo a medida em que os dispositivos em vários formatos vão se tornando mais comuns. Essa tendência de design gráfico é exemplificada por elementos que parecem quase reais e se movem de maneira realista, mas que na verdade não são reais. E enquanto isso é uma técnica de design, o truque para realmente fazê-lo funcionar é usá-lo para contar histórias. Os usuários precisam fazer parte da ação para se envolver de verdade com esse tipo de conteúdo. Mas, quando se consegue chamar a atenção deles, isso pode ser uma maneira valiosa de conquistá-los.

3. ELEMENTOS TRIDIMENSIONAIS DE NATUREZA MORTA

Parece que os designers estão ansiosos para fazer projetos de design tridimensionais. Isso está aparecendo em elementos escalonados e ainda representações de vida de elementos e objetos em um espaço 3D – real ou criado. Esse conceito cria uma tela e uma representação altamente envolventes para veiculações de produtos e mostra como algo pode parecer na vida real. Esses designs costumam ser bastante elaborados, embora possam não parecer tanto. A ideia é vincular imaginação com ação.

4. LAYOUTS DE PÁGINA ÚNICA OU DE ROLAGEM LONGA

O pergaminho não está morto! Graças à internet móvel as pessoas hoje não viram páginas e sim rolam elementos com o dedo. Assim, os projetos de sites responsivos vão ao encontro desse comportamento moderno. Os webdesigners estão usando elementos e estilos para estruturar o conteúdo de forma que o usuário tenha razões para continuar se movendo pela tela. O que pode ser complicado nessa tendência é que o que parece ser uma quantidade ideal de conteúdo em uma tela de desktop pode, na verdade, ser bastante carregado em uma única tela que pode rolar num desktop ou num celular. Os layouts de página única precisam oferecer um equilíbrio desses tipos de uso para que o conteúdo não pareça esparso ou excessivo. Geralmente, esse design de tendência é melhor para projetos que não têm o que tradicionalmente ocuparia muitas páginas ou para conteúdo dividido em partes menores para uma rápida digestão.

5. GRADIENTES

Os gradientes estão em toda parte – como planos de fundo, sobreposições de fotos e vídeos e imagens internas. O uso das cores foi um grande negócio em 2018 e os gradientes tiveram seu papel de importância nesse movimento. As mesmas cores brilhantes que se tornaram tão populares também foram usadas para a criação dos gradientes. Alguns ousados ​​e outros mais sutis com uma variação mais suave de cor.

6. MOVENDO FORMAS E BLOBS

Há algo interessante sobre formas e bolhas animadas. Esta tendência de design está em formas “disformes” que se movem lentamente (ou às vezes com um pouco mais de energia) no fundo de um desenho. Os blobs podem ser grandes ou pequenos e geralmente apresentam cores brilhantes ou servem como arte dominante ou elemento de rastreamento ocular para ajudar os usuários a navegar por um design. Mas a melhor parte é que esta tendência pode desenvolver um padrão de design atraente para os usuários, mesmo quando o projeto não tem outras imagens, como fotos ou vídeos. Os maiores usuários dessa tendência parecem ser startups ou projetos de menor escala.

Clique no link e veja um exemplo de um site desenvolvido com esta característica.

http://andypatrickdesign.com/

7. NAVEGAÇÃO MÍNIMA

Tem havido uma mudança para elementos de navegação mais minimal e até mesmo ocultos. E é assim por que cada vez mais as pessoas navegam em seus celulares. Assim, há uma constante preocupação em se criar uma tela mais aberta para agilizar as experiências do usuário em telas menores. Embora existam prós e contras em relação a esse tipo de na navegação, o design gráfico definitivamente se beneficia de uma tela mais limpa e de opções mais criativas para eliminar elementos de navegação desnecessários e “incômodos”. Alguns sites usam um botão de menu quadrado na parte inferior esquerda da tela. Outros nem sequer mostram a navegação na tela inicial. Ela aparece apenas quando os usuários rolam.

8. IMAGENS AUTÊNTICAS

Com todo mundo tentando se conectar de uma forma verdadeira, imagens autênticas estão dominando projetos de design. Até mesmo a fotografia comercial em seus projetos está mudando para que o visual alcançado ao fim se pareça de forma mais natural com instantâneos da vida das pessoas em meio a suas rotinas diárias. As resoluções de tela mais altas estão tornando mais importante do que nunca ter imagens de alta qualidade e – mesmo que o estilo de tendência seja um pouco mais relaxado – a qualidade da fotografia não deve ser desprezada.

EM RESUMO

Que novas ideias de design você mais espera usar em projetos de design gráfico este ano? A coisa que mais buscamos é conhecer esses conceitos e aplicá-los misturando design bonito com maneiras de criar elementos visuais que sejam úteis e alcancem o objetivo máximo de comunicar.

TRANSFORMANDO SUA VISÃO NUMA EXPERIÊNCIA CRIATIVA

Na DDG ARTE, o nosso ofício não é apenas um conjunto de habilidades; é uma filosofia que permeia tudo o que fazemos. Criar algo incrível não é o fim do nosso processo, é o núcleo do nosso ser. Não somos apenas uma agência de design que executa a visão de outra pessoa. Nós transformamos as percepções e estratégias de nossos clientes em experiências, com as quais os consumidores se envolvem e interagem.

Somos criativos e dedicados naquilo que fazemos. Exatamente o tipo de pessoas com quem você gostaria de trabalhar. Nós nos divertimos enquanto trabalhamos porque amamos o que fazemos. Queremos que nossos clientes gostem tanto de trabalhar com a gente quanto gostamos de resolver os desafios que eles nos trazem.

Acreditamos que as menores coisas podem fazer a maior diferença. Seja design, branding, impressão, publicação ou mídia, nós levamos isso a sério, até mesmo os menores detalhes, porque é neles onde a mágica está.

BLUES IN ORBIT – OBRA PRIMA DE DUKE ELLINGTON

Blues in Orbit é um álbum do pianista americano, compositor e líder da banda Duke Ellington gravado para o selo Columbia em 1959 e lançado em 1960. O disco não possui o prestígio intelectual das suítes e peças conceituais que se destacaram nas gravações de Ellington desse período, mas é um álbum que vale a pena ouvir. No álbum a banda percorre um lado mais leve do seu som.

Blues in Orbit é um álbum do pianista americano, compositor e líder da banda Duke Ellington gravado para o selo Columbia em 1959 e lançado em 1960. O disco não possui o prestígio intelectual das suítes e peças conceituais que se destacaram nas gravações de Ellington desse período, mas é um álbum que vale a pena ouvir. No álbum a banda percorre um lado mais leve do seu som.

Neste disco Ellington e sua banda estavam de volta de uma turnê européia quando entraram no estúdio e gravaram a maior parte das músicas em uma apenas uma sessão depois da meia-noite em Nova York em 2 de dezembro de 1959. Então, sem o polimento técnico de outros discos, alguns críticos escreveram na época que a banda estava retrocedendo e que essas peças eram menores. No entanto, nessa gravação o que aconteceu foi que o grupo improvisou de forma livre e intensa em vários pontos, visto que não haviam partituras em razão do copista convidado não ter comparecido.

A faixa-título, “Blues in Orbit”, gravada mais de um ano antes do resto, é um blues lento que coloca o piano de Ellington em um cenário de chamada e resposta com as buzinas, com Ellington chegando à última palavra. Em outra faixa, “Villes Ville Is the Place, Man” é um passeio estimulante e com ritmo de batida, destacado pelos solos de Ray Nance , Harry Carney e Johnny Hodges em trompete, sax barítono e alto, respectivamente. “Three J’s Blues” mostra o compositor Jimmy Hamilton tocando sax tenor em um cenário de blues exuberante. “Smada” apresenta Billy Strayhorn no piano e Johnny Hodges no alto, em um emocionante número de dança, e “Pie Eye’s Blues” é uma improvisação de estúdio quente com Ray Nance e Jimmy Hamilton trocando três solos cada.

Aqui você pode clicar e ouvir a faixa 10 do vinil “Blues in Orbit” que leva o mesmo nome do disco.

O DISCO DE JAZZ MAIS VENDIDO DA HISTÓRIA

O DISCO DE JAZZ MAIS VENDIDO DA HISTÓRIA

A história do jazz pode ser dividida em antes e depois do disco “Kind of Blue” que, em tradução livre, quer dizer “uma espécie de melancolia”. O álbum foi criado por Miles Davis e está completando 60 anos em 2019. “O som do céu”, esse era o título da resenha do New York Times sobre o lançamento do álbum, que era não só uma obra-prima revolucionária de um gênio, mas se tornaria o disco de jazz mais vendido da história.

Tudo começou em 1959 quando Miles conheceu as novas teorias louquíssimas de música modal e fez uma música baseada nelas que chamou apropriadamente de “Milestones”, que em inglês siginifica ao mesmo tempo “os tons do Miles” e “ marco fundador”. Entusiasmado com o resultado, Miles chamou um fabuloso “dream team” do jazz para gravar “Kind of Blue” em Nova York: o pianista Bill Evans, o baixista Paul Chambers, o baterista Jimmy Cobb e os saxofonistas Cannonball Adderley e ninguém menos que o gênio John Coltrane. Deu no que deu.

Apesar do seu estilo radical e sua alta complexidade, o disco não só foi recebido entusiasticamente pela crítica como se tornou um grande sucesso popular, vendendo mais de um milhão de discos e ficando um ano no topo do hit parade de jazz, onde continua até hoje. Gravado sem ensaios em um estúdio de apenas três canais, com menos recursos técnicos que qualquer adolescente tem hoje em casa, “Kind of Blue” tem uma qualidade sonora insuperável e, mais ainda, se ouvido em vinil.

“Kind of Blue” seria apenas uma das radicais inovações que o genio de Miles Davis introduziu no jazz e que o levaria a fusões revolucionárias com o hard rock em “Bitches Brew” e com o acid jazz e o hip hop, em 1992, com “Doo Bop”. Além de lindíssimo, “Kind of Blue” é um dos discos mais influentes de todos os tempos, que mudou radicalmente os rumos da história do jazz e abriu novos caminhos para o rock e até para a música clássica. E ainda hoje soa novo e revolucionário.

Agora é só apertar o play e sentir a magia destes acordes.

TORRE DE VIGIA DO MARROCOS

Neste incrível filme Leonardo captura momentos, locais, atmosferas e expressões. Uma imersão na verdadeira beleza das ruas de Marrakech, Essaouira, Fes el Bali e Casablanca! Aqui ele mostra as pessoas em sua vida diária e concentra-se nas especificidades do Marrocos.

O resultado é de tirar o fôlego! Esta é a primeira coisa que vem à mente quando assistimos essa obra-prima pela primeira vez. Nesse vídeo curto, o artista optou pela originalidade usando seu talento para colocar o Marrocos em imagens, chegando assim ao resultado final de uma verdadeira colcha de retalhos de cenas, coletadas nas ruas das principais cidades do Marrocos. São cenas variadas, que se acomodam harmoniosamente no clima de alegria e no bom humor das pessoas que é possível sentir. Esta mistura cintilante de cores brilhantes é particularmente enfatizada pela Sinfonia do Grand Pianola Music, de John Adams.

Assista a este vídeo inspirador!