A FANTASIA E A VERDADE NUA E CRUA DA EXCEPCIONAL SÉRIE ‘CHERNOBYL’ DA HBO.

Vocês já sabem que nós gostamos de um bom filme e de uma boa série. E é por isso que voltamos hoje aqui para deixar uma dica de série para este final de semana. Já de início é preciso dizer que boa parte do conteúdo de “Chernobyl” da HBO foi “imaginado” para preencher as lacunas da trama e garantir a fluidez da narrativa. Mas isso realmente não tem muita importância porque a minissérie que estamos recomendando tem uma produção impecável e é um belo exemplo do quanto um roteiro bem construído é capaz de prender a atenção do primeiro ao último minuto.

Doses generosas de ações e reações, numa história bem contada que mostra a crise e a confusão e seus heróis e vilões.

Com um elenco experiente e atuações absurdamente convincentes, todo drama gira em torno da grande explosão do reator da unidade 4 da usina nuclear de Chernobyl, no dia 26 de abril de 1986. Tudo naquele dia triste foi muito confuso e sombrio. Ninguém naquela “união soviética” agonizante estava preparado para lidar com o pior desastre da história da energia nuclear, que imediatamente matou mais de 30 pessoas, e que nos dias e anos seguintes ceifou a vida de muitos milhares em razão da onda radioativa que se espalhou contaminando não só os arredores, mas grandes áreas do território soviético e europeu.

Na série observamos reações distintas em personagens que se colocam em extremos opostos. Desde os engajados “camaradas” que, a serviço do regime, agem como se nada de grave tivesse acontecido e que tentam encobrir a “bomba” com uma peneira fina; aos que entendem desde o primeiro instante a dimensão incrível da tragédia, mas que tem que aceitar e ficar calados. Assim vamos observando a sucessão de diálogos bem construídos na fala de ótimos personagens que passeiam nas cenas e nos mostram horror e pânico, ingenuidade e sobriedade, informação e desinformação. Vemos muita gente nervosa fumando sem parar. E pessoas que saem de suas casas com suas crianças e que, sem desconfiar de nada, param para “assistir o show de luzes da explosão” pensando se tratar de uma espécie de aurora boreal. São doses generosas de ações e reações, numa história bem contada que mostra a crise e a confusão e seus heróis e vilões.

ASSISTA O TRAILER

HBO ‘Chernobyl’ (TV Series) from Radioaktivefilm. on Vimeo.

A produção teve um dos maiores orçamentos da história da TV.

A produção que teve um dos maiores orçamentos da história da TV mostra com realismo a explosão, os rostos e corpos vitimados pela exposição a níveis estratosféricos de radiação e nos leva para dentro de um ambiente sombrio e vulnerável.

Há cenas impressionantes que chegam a chocar. Como a dos militares convocados para subir num telhado cheio de destroços radioativos e que, quase sem proteção, têm apenas alguns segundos para remover o material contaminado. Também o diálogo surreal entre os superiores e os subalternos na sala de controle da Unidade 4 que mostra com realismo o que acontece quando pessoas que sabem da gravidade não tem voz; quando quem decide é teimoso e se recusa a raciocinar.

OS PERSONAGENS

Embora seus papéis tenham sido amplificados para atender à necessidade do script de manter as coisas em movimento. O herói, Valery Legasov, interpretado por Jared Harris, realmente existiu e foi um dos cientistas que liderou a investigação do que aconteceu por trás do desastre nuclear.  O mesmo se pode dizer sobre Boris Scherbina interpretado por Stellan Skarsgard que foi um político que servia como vice-presidente do Conselho de Ministros da União Soviética na época do desastre. Já a cientista Ulana Khomyuk, interpretada por Emily Watson, jamais existiu. A personagem é uma mistura de diversos pesquisadores que trabalharam para conter um desastre ainda maior após a explosão da usina.

Ainda existem os corajosos bombeiros condenados, ignorantes dos riscos de radiação extrema. Os destemidos garimpeiros, que são trazidos para escavar sob o reator e que, sem permissão para usar ventiladores, se despem para fazer o trabalho num ambiente de calor insuportável. E a esposa grávida que viaja até Kiev e devotamente invade áreas restritas de um hospital para ver o marido, quando rostos ao redor definham.

Mas estes são apenas alguns detalhes para aguçar a sua curiosidade. As licenças para a viabilidade da trama realmente não importam muito. Porque a verdade básica da minissérie, é que o desastre de Chernobyl aconteceu mais em função de mentiras, enganos e um sistema político apodrecido do que em razão de engenharia ruim ou de profissionais treinados de maneira inadequada.

“Chernobyl” é uma série diferente e sombria, não apenas por ter de mostrar destruição e morte; mas especialmente porque aborda a “necessidade de mentir para obedecer a superiores”; algo que brutaliza a essência e a consciência de personagens que são intimidados a permanecer calados numa hora em que a única coisa certa é gritar.

Pessoas e máquinas, podem fazer coisas terríveis, porque, como diz a velha música, a humanidade é muitas vezes desumana.

Muitas passagens têm tanta tensão e foram tão bem produzidas e filmadas que dá pra dizer que esta série pode ser apontada como uma das melhores de todos os tempos. Ela nos ensina que juntas, pessoas e máquinas, podem fazer coisas terríveis, e que a humanidade como diz a velha música, é muitas vezes desumana.

ONDE ASSISTIR

A série pode ser vista pelos assinantes da HBO no HBO GO. Boa diversão!

POR QUE INVESTIR NO STORIES DO INSTAGRAM

Ouvimos essa pergunta o tempo todo aqui na agência: “Eu realmente preciso usar o Stories para crescer no Instagram?” Entendemos que a timidez de alguns em frente da câmera pode atrapalhar o crescimento de seus escores no Instagram. Mas o investimento nos “stories” é uma das ferramentas mais importantes para divulgar a sua empresa. Então, por que não tirar proveito disso e fazer com que funcione no seu caso?

Se você está preocupado e não sabe o que colocar nos “stories”, você pode contar com a gente. Nós da DDG estamos prontos para auxiliá-lo na estratégia certa para que você não fique no escuro e gere mais leads. 

Vamos analisar as razões pelas quais o “Instagram Stories” é tão essencial.

O CRESCIMENTO DAS HISTÓRIAS

O “Instagram Stories” cresce a cada dia desde a sua estreia em 2016. De acordo com o TechCrunch, em janeiro de 2019, existiam 500 milhões de usuários diários! E agora que já estamos em setembro, calcula-se que atualmente são mais de 600 milhões; e este número não para de crescer.

Então, se você está se perguntando se o seu público está no “Instagram Stories”, pode apostar que uma boa porcentagem deles está SIM. E mais, seus clientes esperam por publicações interessantes no “stories” para conhecer melhor a você e a sua empresa.

ATINGINDO AS GERAÇÕES MAIS JOVENS

Aqui está uma rápida visão geral de quem está no Instagram. Se o seu mercado-alvo estiver refletido nessas estatísticas, o Instagram e o “Instagram Stories” são uma ótima maneira de alcançar a geração mais jovem. 68% dos usuários do Instagram são mulheres. 59% dos internautas entre 18 e 29 anos usam Instagram e 33% dos internautas entre 30 e 49 anos e 72% dos adolescentes usam a plataforma.

MANEIRAS DE USAS AS HITÓRIAS

O que tantas pessoas adoram no “Instagram Stories” é como elas podem dar uma breve olhada nos bastidores de lugares e coisas que lhes interessam. Então use vídeos de 30 segundos (ou menos) para interagir com seus clientes. Apresente um tour virtual pelo seu escritório e mostre uma prévia do produto em que você está trabalhando. Apresente os principais membros da sua equipe de colaboradores. Responda FAQ’s. Mostre uma visão interna de como funcionam os processos de produção e de atendimento de sua empresa. Priorize os seus produtos e serviços. Mostre na prática como você presta serviços; ou como e em que situações o seu produto deve ser usado.

Mostre regularmente o que você deseja que seu cliente adquira. De produtos a serviços. Tudo o que você postar deve trabalhar para esse objetivo!

Nós da DDG Arte esperamos que este artigo o ajude a imaginar o excelente retorno que você pode obter ao melhorar a sua presença nas mídias sociais. Como sempre nós temos muitas ideias e se você tiver dúvidas ou quiser ajuda adicional com sua estratégia de mídia social, entre em contato com a gente. Gostaríamos muito de ajudá-lo a criar uma presença social atraente para seus seguidores. Porque tudo por aqui é levado muito a sério com todo amor e paixão. Então, deixe que as nossas ideias iluminem as suas.

8 PRINCIPAIS TENDÊNCIAS DE DESIGN GRÁFICO DE 2019

O que é quente e o que é frio em design gráfico? Uma das coisas que as pessoas mais gostam de falar é sobre as tendências do design gráfico. Neste artigo, recapitulamos as principais tendências de 2018, e damos uma pequena prévia do que vai estar na moda em 2019.

Este é um tópico interessante porque há tendências que mudam lentamente ao longo do tempo. Basta olhar para a longa evolução do design plano até o momento em que nos encontramos agora. Mas em outro sentido, há outros caminhos e escolhas que parecem mudar de um dia para o outro. Daí a pergunta: Será que se deve apressar para usar as últimas tendências de design gráfico em seu trabalho? Claro que não. Mas é útil estar em dia com as novas ideias, encontrar inspiração e ver que tipos de técnicas e estilos estão moldando a indústria da comunicação visual.

1 – CORES BRILHANTES

Hoje se faz uso de cores brilhantes para tudo. De fundos a imagens e elementos da interface do usuário. Paletas com muitas cores brilhantes foram usadas em grandes quantidades tanto nas formas como na tipografia.
As cores vivas têm sido dominantes em projetos de sites, no design de embalagens, em peças de promoções e em elementos de impressão gráfica. E muito material foi produzido com cores como o azul, o lilás, o roxo e o rosa. Os designers também estão usando mais paletas inspiradas no arco-íris que quebram a regra de usar apenas duas ou três cores para o design.

2 – REALIDADE VIRTUAL E MISTA

Esse tipo de design está presente em todos os lugares. De websites a vídeos e anúncios curtos. Os projetos de realidade virtual e mista continuam crescendo a medida em que os dispositivos em vários formatos vão se tornando mais comuns. Essa tendência de design gráfico é exemplificada por elementos que parecem quase reais e se movem de maneira realista, mas que na verdade não são reais. E enquanto isso é uma técnica de design, o truque para realmente fazê-lo funcionar é usá-lo para contar histórias. Os usuários precisam fazer parte da ação para se envolver de verdade com esse tipo de conteúdo. Mas, quando se consegue chamar a atenção deles, isso pode ser uma maneira valiosa de conquistá-los.

3. ELEMENTOS TRIDIMENSIONAIS DE NATUREZA MORTA

Parece que os designers estão ansiosos para fazer projetos de design tridimensionais. Isso está aparecendo em elementos escalonados e ainda representações de vida de elementos e objetos em um espaço 3D – real ou criado. Esse conceito cria uma tela e uma representação altamente envolventes para veiculações de produtos e mostra como algo pode parecer na vida real. Esses designs costumam ser bastante elaborados, embora possam não parecer tanto. A ideia é vincular imaginação com ação.

4. LAYOUTS DE PÁGINA ÚNICA OU DE ROLAGEM LONGA

O pergaminho não está morto! Graças à internet móvel as pessoas hoje não viram páginas e sim rolam elementos com o dedo. Assim, os projetos de sites responsivos vão ao encontro desse comportamento moderno. Os webdesigners estão usando elementos e estilos para estruturar o conteúdo de forma que o usuário tenha razões para continuar se movendo pela tela. O que pode ser complicado nessa tendência é que o que parece ser uma quantidade ideal de conteúdo em uma tela de desktop pode, na verdade, ser bastante carregado em uma única tela que pode rolar num desktop ou num celular. Os layouts de página única precisam oferecer um equilíbrio desses tipos de uso para que o conteúdo não pareça esparso ou excessivo. Geralmente, esse design de tendência é melhor para projetos que não têm o que tradicionalmente ocuparia muitas páginas ou para conteúdo dividido em partes menores para uma rápida digestão.

5. GRADIENTES

Os gradientes estão em toda parte – como planos de fundo, sobreposições de fotos e vídeos e imagens internas. O uso das cores foi um grande negócio em 2018 e os gradientes tiveram seu papel de importância nesse movimento. As mesmas cores brilhantes que se tornaram tão populares também foram usadas para a criação dos gradientes. Alguns ousados ​​e outros mais sutis com uma variação mais suave de cor.

6. MOVENDO FORMAS E BLOBS

Há algo interessante sobre formas e bolhas animadas. Esta tendência de design está em formas “disformes” que se movem lentamente (ou às vezes com um pouco mais de energia) no fundo de um desenho. Os blobs podem ser grandes ou pequenos e geralmente apresentam cores brilhantes ou servem como arte dominante ou elemento de rastreamento ocular para ajudar os usuários a navegar por um design. Mas a melhor parte é que esta tendência pode desenvolver um padrão de design atraente para os usuários, mesmo quando o projeto não tem outras imagens, como fotos ou vídeos. Os maiores usuários dessa tendência parecem ser startups ou projetos de menor escala.

Clique no link e veja um exemplo de um site desenvolvido com esta característica.

http://andypatrickdesign.com/

7. NAVEGAÇÃO MÍNIMA

Tem havido uma mudança para elementos de navegação mais minimal e até mesmo ocultos. E é assim por que cada vez mais as pessoas navegam em seus celulares. Assim, há uma constante preocupação em se criar uma tela mais aberta para agilizar as experiências do usuário em telas menores. Embora existam prós e contras em relação a esse tipo de na navegação, o design gráfico definitivamente se beneficia de uma tela mais limpa e de opções mais criativas para eliminar elementos de navegação desnecessários e “incômodos”. Alguns sites usam um botão de menu quadrado na parte inferior esquerda da tela. Outros nem sequer mostram a navegação na tela inicial. Ela aparece apenas quando os usuários rolam.

8. IMAGENS AUTÊNTICAS

Com todo mundo tentando se conectar de uma forma verdadeira, imagens autênticas estão dominando projetos de design. Até mesmo a fotografia comercial em seus projetos está mudando para que o visual alcançado ao fim se pareça de forma mais natural com instantâneos da vida das pessoas em meio a suas rotinas diárias. As resoluções de tela mais altas estão tornando mais importante do que nunca ter imagens de alta qualidade e – mesmo que o estilo de tendência seja um pouco mais relaxado – a qualidade da fotografia não deve ser desprezada.

EM RESUMO

Que novas ideias de design você mais espera usar em projetos de design gráfico este ano? A coisa que mais buscamos é conhecer esses conceitos e aplicá-los misturando design bonito com maneiras de criar elementos visuais que sejam úteis e alcancem o objetivo máximo de comunicar.

TRANSFORMANDO SUA VISÃO NUMA EXPERIÊNCIA CRIATIVA

Na DDG ARTE, o nosso ofício não é apenas um conjunto de habilidades; é uma filosofia que permeia tudo o que fazemos. Criar algo incrível não é o fim do nosso processo, é o núcleo do nosso ser. Não somos apenas uma agência de design que executa a visão de outra pessoa. Nós transformamos as percepções e estratégias de nossos clientes em experiências, com as quais os consumidores se envolvem e interagem.

Somos criativos e dedicados naquilo que fazemos. Exatamente o tipo de pessoas com quem você gostaria de trabalhar. Nós nos divertimos enquanto trabalhamos porque amamos o que fazemos. Queremos que nossos clientes gostem tanto de trabalhar com a gente quanto gostamos de resolver os desafios que eles nos trazem.

Acreditamos que as menores coisas podem fazer a maior diferença. Seja design, branding, impressão, publicação ou mídia, nós levamos isso a sério, até mesmo os menores detalhes, porque é neles onde a mágica está.

BLUES IN ORBIT – OBRA PRIMA DE DUKE ELLINGTON

Blues in Orbit é um álbum do pianista americano, compositor e líder da banda Duke Ellington gravado para o selo Columbia em 1959 e lançado em 1960. O disco não possui o prestígio intelectual das suítes e peças conceituais que se destacaram nas gravações de Ellington desse período, mas é um álbum que vale a pena ouvir. No álbum a banda percorre um lado mais leve do seu som.

Blues in Orbit é um álbum do pianista americano, compositor e líder da banda Duke Ellington gravado para o selo Columbia em 1959 e lançado em 1960. O disco não possui o prestígio intelectual das suítes e peças conceituais que se destacaram nas gravações de Ellington desse período, mas é um álbum que vale a pena ouvir. No álbum a banda percorre um lado mais leve do seu som.

Neste disco Ellington e sua banda estavam de volta de uma turnê européia quando entraram no estúdio e gravaram a maior parte das músicas em uma apenas uma sessão depois da meia-noite em Nova York em 2 de dezembro de 1959. Então, sem o polimento técnico de outros discos, alguns críticos escreveram na época que a banda estava retrocedendo e que essas peças eram menores. No entanto, nessa gravação o que aconteceu foi que o grupo improvisou de forma livre e intensa em vários pontos, visto que não haviam partituras em razão do copista convidado não ter comparecido.

A faixa-título, “Blues in Orbit”, gravada mais de um ano antes do resto, é um blues lento que coloca o piano de Ellington em um cenário de chamada e resposta com as buzinas, com Ellington chegando à última palavra. Em outra faixa, “Villes Ville Is the Place, Man” é um passeio estimulante e com ritmo de batida, destacado pelos solos de Ray Nance , Harry Carney e Johnny Hodges em trompete, sax barítono e alto, respectivamente. “Three J’s Blues” mostra o compositor Jimmy Hamilton tocando sax tenor em um cenário de blues exuberante. “Smada” apresenta Billy Strayhorn no piano e Johnny Hodges no alto, em um emocionante número de dança, e “Pie Eye’s Blues” é uma improvisação de estúdio quente com Ray Nance e Jimmy Hamilton trocando três solos cada.

Aqui você pode clicar e ouvir a faixa 10 do vinil “Blues in Orbit” que leva o mesmo nome do disco.